por Rebeca Gadelha__

Link para download da edição completa do Manifesto: Manifesto Balbúrdia Poética: 80 tiros




por Leo Silva__



Fotografia: Eliane Lobato
Fonte  Revista ISTOÉ


Por Rebeca Gadelha__
Artista: Katsuo


por Rebeca Gadelha___

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por Rebeca Gadelha__

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por Rebeca Gadelha__

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por Rebeca Gadelha __

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por João Gomes__

Madame X é Madonna que é o universo
ou
Madonna é a alma do universo




por Rebeca Gadelha___





por  Luana Braga__

O sexo me rasgou foi no por-entre:
mordidas indecentes;
gozos emolientes;
línguas… e pequenas maldades
-- tu me quis tua enquanto eu lia pra ti:
comia a minha poesia.


Medo.
Pedi pra deixar a porta aberta:
caso precisasse sair dali.
Duro.
Tentou me segurar no banheiro.
Cárcere.
Empunhei minha bandeira. Não me toque.
Tenho em mim o número da lei: de cabeça.
Exaspero.
Bateu a porta, bateu no peito. E gritou.
E me perguntou o que fui fazer ali.


Teve ânsia:
por ser agora, por ser dessa vez;
teve sofreguidão:
pra ser já, pra ser logo, mas devagar.
Mas amor:
não teve.
Teve o amor:
que nunca foi nosso.
Teve o nosso:
que nunca foi amor.



por Taciana Oliveira___


Eis o Manifesto Balbúrdia Poética: 80 tiros, composto por 24 poemas escritos por 24 poetas oriundos de diferentes regiões do país. Vozes que reverberam outras milhares de vozes. Mulheres e homens que alimentam o fogo da resistência. O Manifesto nasce como resposta contrária à celebração messiânica da ignorância, ao déjà vu fascista travestido de Ordem e Progresso. Esse é o nosso território: a palavra. Este é o nosso verbo: existir.
E para que não reste nenhuma dúvida sobre o que nos inspira, segue o último texto do educador Paulo Freire:

(…) Se a educação sozinha não transforma a sociedade sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos. Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher não estarei ajudando meus filhos a ser sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.


Participam: Adriane Garcia, Álvaro Santi, André Luiz Pinto da Rocha, Ana Argentina Castro Sales, Aymmar Rodriguéz, Baga Defente, Bell Puã, Cândido Rolim, Casé Lontra Marques, David Alves, Flavia Gomes, Fred Caju, João Gomes, Juliana Meira, Leonardo Antunes, Lisiane Forte, Luiz Carlos Coelho de Oliveira, Norma de Souza Lopes, Renan Peres, Ronald Augusto, Taciana Oliveira, Talles Azigon e Tania Consuelo.

#elenão #balbúrdiapoética #manifesto


Coordenação: Taciana Oliveira
Concepção Visual & Projeto Artístico: Rebeca Gadelha
Conselho Editorial: Ronald Augusto e João Gomes
Agradecimentos: Cleudivan Jânio, Miguel Rude e Carla Vilela
Editora: CJA Edições
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Por Taciana Oliveira____


Todos Negros: Prêmio Esso 1993

   por Lizzy Ripardo___

                                                                             “Liberdade é não ter medo.” – Nina Simone.

Fotografia: Fábio Teixera (AP)

por Lucas Fernandes____

Era dia 24 de julho de 1911 quando nasceu, na cidade de Savran (Ucrânia), Leah — filha primogênita do casal de judeus Pinkhas e Mania Lispector. Depois de Leah, Mania deu à luz a Tania (1915) e Haia (1920). Quando os Lispector chegaram ao Brasil, em março de 1922, seus nomes foram abrasileirados: Leah tornou-se Elisa; Mania recebeu o nome de Marieta; Pinkhas passou a se chamar Pedro; Haia foi chamada de Clarice; Apenas o nome de Tania não sofreu alteração por ser comum no Brasil. Em solo brasileiro, a família Lispector morou em Maceió por cerca de dois anos, em Recife por aproximadamente 10 anos e se estabeleceu