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 por Cristiana Borstelmann de Oliveira Santos___







                                                                        

 por Adriane Garcia__



  
                             
                                                               

 por Divulgação__


 
                                                                   

 

por Taciana Oliveira__




 por Taciana Oliveira__


por Davison Souza / @pretart

 por Taciana Oliveira__


reprodução do perfil de @quiercles

por Taciana Oliveira__




 

por Taciana Oliveira__

 


 

 

por Taciana Oliveira__




por Taciana Oliveira__


Still frame A Descoberta do Mundo

por Taciana Oliveira___



 por Taciana Oliveira__


Jota Camelo/ Apoie


 

Por Taciana Oliveira__

Bozonazireptliano, arte-colagem por Caio Lucas


por Taciana Oliveira__



por Rebeca Gadelha__
Curadoria Taciana Oliveira



por Rebeca Gadelha___ 
Curadoria: Taciana Oliveira



















Esta zine surge da necessidade de movimento e da impossibilidade de continuarmos a ocupar as ruas, muros e repartições com arte, transportamos esta ocupação para o mundo digital. A proposta aqui é trazer a arte de isolamento para isolamento a fim de nos manter conectados não apenas com os outros, mas com nós mesmos. Dito isso, é traremos vários autores e autoras que, com seus versos, prosas, fotografias ou ilustrações nos falem sobre a poesia que (in)existe nesses dias em que quase esquecemos como é estar do lado de fora.

                                                                                                           Rebeca Gadelha



Você pode fazer o download desse arquivo: INTERNET ARCHIVES

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Tito Leite (Cícero Leilton) nasceu em Aurora/CE (1980). É autor do livro de poemas Digitais do caos (Edith, 2016) e Aurora de Cedro (Editora 7Letras, 2019). Poeta e monge beneditino, é mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Curador da Revista Gueto.
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Rebeca Gadelha nasceu no Rio em agosto de 1992, cresceu em Fortaleza, na companhia dos avós. Geógrafa sem senso de direção, artista digital, é apaixonada por animes, mangás, games e chá gelado. Tem medo de avião e a única coisa que consegue odiar de verdade é fígado. Foi responsável pela diagramação, ilustrações e concepção visual em Manifesto Balbúrdia Poética: 80 tiros (CJA Editora), Coordenação, Designer e ilustrações em Laudelinas (Editora Nada Estúdio Criativo), participa da coletânea Paginário, publicada pela Editora Aliás. Atualmente escreve para as revistas do Medium Ensaios sobre a Loucura e Fale com Elas sob o pseudônimo de Jade .

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Taciana Oliveira é mãe de JP, cineasta, torcedora do Sport Club do Recife, apaixonada por fotografia, café, cinema, música e literatura. Coleciona memórias e afetos. Acredita no poder do abraço. Canta pra quem quiser ouvir: Ter bondade é ter coragem.




por Taciana Oliveira___


Eis o Manifesto Balbúrdia Poética: 80 tiros, composto por 24 poemas escritos por 24 poetas oriundos de diferentes regiões do país. Vozes que reverberam outras milhares de vozes. Mulheres e homens que alimentam o fogo da resistência. O Manifesto nasce como resposta contrária à celebração messiânica da ignorância, ao déjà vu fascista travestido de Ordem e Progresso. Esse é o nosso território: a palavra. Este é o nosso verbo: existir.
E para que não reste nenhuma dúvida sobre o que nos inspira, segue o último texto do educador Paulo Freire:

(…) Se a educação sozinha não transforma a sociedade sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos. Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher não estarei ajudando meus filhos a ser sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.


Participam: Adriane Garcia, Álvaro Santi, André Luiz Pinto da Rocha, Ana Argentina Castro Sales, Aymmar Rodriguéz, Baga Defente, Bell Puã, Cândido Rolim, Casé Lontra Marques, David Alves, Flavia Gomes, Fred Caju, João Gomes, Juliana Meira, Leonardo Antunes, Lisiane Forte, Luiz Carlos Coelho de Oliveira, Luiz Martins da Silva, Norma de Souza Lopes, Renan Peres, Ronald Augusto, Taciana Oliveira, Talles Azigon e Tania Consuelo.

#elenão #balbúrdiapoética #manifesto


Coordenação: Taciana Oliveira
Concepção Visual & Projeto Artístico: Rebeca Gadelha
Conselho Editorial: Ronald Augusto e João Gomes
Agradecimentos: Cleudivan Jânio, Miguel Rude e Carla Vilela
Editora: CJA Edições
Link para download:  One Drive






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Taciana Oliveira é mãe de JP, cineasta, torcedora do Sport Club do Recife, apaixonada por fotografia, café, cinema, música e literatura. Coleciona memórias e afetos. Acredita no poder do abraço. Canta pra quem quiser ouvir: Ter bondade é ter coragem.

por Rebeca Gadelha __

Link para download da edição completa do Manifesto: Manifesto Balbúrdia Poética: 80 tiros




por Taciana Oliveira_
Colaboração de João Oliveira Melo


por Taciana Oliveira__

Tudo o que o homem podia ganhar no jogo da peste e da vida era o conhecimento e a memória


A Peste não é apenas o livro que deu a Albert Camus o Prêmio dos Críticos, em 1947, e o colocou no patamar da escrita contemporânea, mas também é uma das obras fundamentais para compreender a visão filosófica do autor sobre a estética do absurdo e a revolta. O jornalista e escritor franco-argelino compõe uma alegoria sobre a ocupação nazista, que deve e pode ser entendida como uma paridade crítica a qualquer regime totalitário. Publicado em 1947, A Peste traz uma narrativa em terceira pessoa. O médico Dr. Rieux é o narrador-espectador de uma história que expressa as consequências de uma epidemia provocada pela infestação de ratos em uma cidade.


Vinham, também, morrer isoladamente nos vestíbulos das repartições, nos recreios das escolas, por vezes nos terraços dos cafés. Nossos concidadãos, estupefatos, encontravam-nos nos locais mais frequentados da cidade.


A calamidade coloca a população em estado de caos. Os personagens são reféns de uma situação sem controle aparente. Todas as tentativas de conter o surto respondem pela falta de opções em salvar vidas. O odor dos cadáveres, o isolamento, a falta de esperança perpassam questionamentos sobre existir:


O que dizer então daquele que vai morrer, apanhado na armadilha por detrás das paredes crepitantes de calor, enquanto, no mesmo minuto, toda uma população, ao telefone ou nos cafés, fala de letras de câmbio, de conhecimentos ou de descontos? Compreenderão o que há de desconfortável na morte, mesmo moderna, quando ela chega assim, num lugar seco.


Oran é uma cidade ficcional da Argélia, mas suas ruas, seu povo e a doença que a cerca é real. A peste permanece ainda entre nós, e se atualiza nesse mundo desconexo, herdeiro de um comportamento fascista e de uma hipocrisia teocrática senil. Camus já ponderava:


Na verdade, ao ouvir os gritos de alegria que vinham da cidade, Rieux lembrava-se de que essa alegria estava sempre ameaçada. Porque ele sabia o que essa multidão eufórica ignorava e se pode ler nos livros: o bacilo da peste não morre nem desaparece nunca, pode ficar dezenas de anos adormecido nos móveis e na roupa, espera pacientemente nos quartos, nos porões, nos baús, nos lenços e na papelada. E sabia, também, que viria talvez o dia em que, para desgraça e ensinamento dos homens, a peste acordaria seus ratos e os mandaria morrer numa cidade feliz.

Albert Camus
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Taciana Oliveira é mãe de JP, cineasta, torcedora do Sport Club do Recife, apaixonada por fotografia, café, cinema, música e literatura. Coleciona memórias e afetos. Acredita no poder do abraço. Canta pra quem quiser ouvir: Ter bondade é ter coragem