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por Taciana Oliveira__ 

No artigo Fotografia:Imagens-poesia como lugar de memória, os autores Rogério Luiz Silva de Oliveira e Edson Silva de Farias afirmam: A fotografia pode ser entendida como imagem-poesia do cotidiano e pode descrever os acontecimentos da rotina de uma cidade como faz a crônica. Ela representa os cotidianos da rua e de interiores. É uma forma de narrativa apegada aos detalhes captados pelo olhar atento do fotógrafo-poeta. No caso da fotografia, uma história escrita com luz.

Selecionamos seis fotografias do mineiro Ricardo Laf para compor a seção Fotogramas do mês de janeiro. Ricardo escreve uma crônica visual que nos apresenta uma cidade poética, solitária e humana. Suas imagens também podem ser consideradas registros fotoetnográficos. Eles revelam histórias culturais presentes na construção e transformação de grupos sociais de Belo Horizonte.


Quilombo Manzo/ Fotografia: Ricardo Laf

por Taciana Oliveira__

O fotógrafo americano Ansel Adams vaticinava: Você não tira uma foto, você cria uma foto. A seção Fotograma do mês de dezembro apresenta a primeira parte, de um total de duas, de uma série fotográfica produzida pelo mineiro Ricardo Laf.
Ricardo nos presenteia com cores, ângulos e experimentações de uma Belo Horizonte  desenhada por suas imagens: poética, plural e encantadora.

Centro Afonso Pena
Fotografia: Ricardo Laf